quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Condicionadores de ar split piso-teto ganham etiquetas de eficiência energética


Resolução 215 do Inmetro, publicada em 27 de julho deste ano, estabeleceu o início da etiquetagem que vai indicar o nível de eficiência energética de cada equipamento

Alexandre Canazio, para o Procel Info

Ar condicionado split: etiquetagem compulsória de eficiência energética

A perspectiva de reduzir o consumo de energia elétrica de equipamentos como freezeres e condicionadores de ar é cada vez mais concreta com a adoção das etiquetas de eficiência energética e da concessão do Selo Procel de Economia de Energia. Em julho deste ano foi a vez de os condicionadores de ar tipo split piso-teto ganharem a etiqueta e o Selo Procel, que de forma inédita começa já compulsória para fabricantes e importadores. Haverá um período de 12 meses de transição para que o comércio deixe de vender os produtos sem a etiqueta.De acordo com Paulo Mocarzel, coordenador do laboratório de refrigeração do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), esse período não deve ser longo devido à forte procura pelo produto. O Cepel foi responsável pelos ensaios destinados a aferir os níveis de eficiência energética dos produtos comercializados no país. "O Cepel dotou uma estrutura de ensaio para possibilitar a avaliação desses equipamentos, sendo o único laboratório acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) para esse tipo de ensaio", disse. O laboratório teve que se adaptar ao condicionador tipo split piso-teto, em decorrência do tamanho - pode chegar a 80 mil BTUs de potência. Esses condicionadores podem ainda ter níveis de tensão de 220 V, 380 V ou 440 V. "Tivemos que alterar a estrutura de ensaio de forma a possibilitar a avaliação desses equipamentos de grande porte", explicou Mocarzel, destacando que o calorímetro, onde são feitos os ensaios, foi a maior preocupação. Os esforços valeram a pena. O Cepel conseguiu testar praticamente todos os produtos no mercado antes da publicação da Resolução 215 do Inmetro em 27 de julho deste ano, que estabeleceu a etiquetagem. A adoção da compulsoriedade foi possível porque em quase três anos de discussões os fabricantes e importadores foram adotando os níveis propostos. "Se observou que a maioria dos fabricantes já seguia os níveis de eficiência energética. Eles vinham seguindo voluntariamente", observou Leonardo Rocha, chefe substituto da Divisão do Programa de Avaliação de Conformidade do Inmetro. Essa rápida adaptação do setor deve-se à abrangência da etiquetagem no setor de ar condicionado. "A etiquetagem dos condicionadores de ar ocorre há uma década. A compulsoriedade se deu a partir de 2006, com a portaria 14, abrangendo condicionadores de ar de janela e splits tipo hi-wall de até 36 mil BTUs", lembrou Rocha. De acordo com Mocarzel, em razão da recente revisão da tabela de classificação energética, o ganho mínimo de eficiência energética dos condicionadores de ar, de maneira geral, é de 8%. Ele explicou ainda que o país está adotando níveis europeus de eficiência energética, no caso dos split piso-teto, porque não havia parâmetros locais para fixar os níveis. "Os maiores ganhos, contudo, serão naqueles produtos de mais alta eficiência energética, que recebem o Selo Procel", frisou o coordenador do laboratório de refrigeração do Cepel.
"A etiquetagem dos condicionadores de ar ocorre há uma década. A compulsoriedade se deu a partir de 2006, com a portaria 14, abrangendo condicionadores de ar de janela e splits tipo hi-wall de até 36 mil BTUs", conta Leonardo Rocha, do InmetroEldon Costa, engenheiro do Procel, lembra que os consumidores terão as informações sobre os índices de eficiência energética dos condicionadores de ar piso-teto disponibilizados no site do Procel. "O Procel mantém em seu site (www.eletrobras.com/procel) as tabelas com os modelos contemplados com o Selo Procel, de modo a que os consumidores possam optar pelos produtos mais eficientes do mercado.", contou. “No caso dos splits piso-teto, os benefícios para os consumidores poderão se ampliar em breve, na medida em que os fabricantes lancem novos produtos para atender aos índices de eficiência energética atuais, necessários para obter a concessão do uso do Selo Procel”. Leonardo Rocha, do Inmetro, adiantou ao Portal Procel Info que está em discussão uma regra de evolução dos índices de eficiência energética. "Será feita uma redistribuição das faixas de eficiência energética com a eliminação da faixa menos eficiente e adequação das outras", disse.Rocha disse ainda que, entre os pontos de discussão, está a periodicidade da mudança das faixas de eficiência energética. Ele afirmou que o Inmetro quer saber qual o período mais adequado no entender dos fabricantes para as modificações serem feitas. "Cada mudança no índice de eficiência energética significa um investimento necessário para adequação", comentou. Outro que trouxe novidades foi Paulo Mocarzel. Ele disse que os splits tipo cassete já estão certos para ganhar etiqueta em julho de 2010. Isso porque, explica, a etiquetagem desses equipamentos foi adiada para não atrapalhar o processo dos split piso-teto. No caso dos splits piso-teto, o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) vai aferir se os níveis de eficiência energética obtidos nos ensaios laboratoriais preliminares serão reproduzidos pelos produtos à venda no mercado. "O PBE vai realizar um procedimento de acompanhamento de produção, por amostragem, através do qual vai coletar várias unidades para avaliar as condições dos produtos à venda", contou Mocarzel. O resultado da análise vai ratificar ou não os índices estampados nas etiquetas.

Geladeira antiga pode dar prejuízo de até R$ 50 na conta de luz

Fonte: Correio 24h - 31.08.2009

Bahia - O eletrodoméstico indispensável das donas de casa é também o principal vilão quando o assunto é conta de luz. Depois do chuveiro elétrico, a geladeira é o segundo item que mais consome energia em uma residência, pois fica ligado durante o dia todo. Um refrigerador é responsável por cerca de 22% do total da conta de luz, segundo dados da Eletrobrás. Mas este percentual pode chegar a 70%, caso o aparelho não esteja em bom estado.Comparando uma geladeira em péssimas condições com uma nova, a economia pode ser mais que R$ 50 por mês. O coordenador do Laboratório de Eficiência Energética da Universidade Federal da Bahia (Ufba), o professor Caiuby Costa, explica que o consumo de um equipamento depende da sua potência e do tempo de uso.No caso do refrigerador, além dele ficar ligado 24 horas, o seu estado de conservação também influencia. Dentre os problemas que elevam consideravelmente o valor na conta de luz, está a perda de isolamento térmico da porta. “Com o passar do tempo, a borracha se desgasta, permitindo que o ar quente externo entre. Isso faz com que o motor tenha que trabalhar mais para poder manter a baixa temperatura no interior da geladeira, necessitando de mais energia”, informa.Foi exatamente isso que aconteceu com o refrigerador de 15 anos do encanador Benício Lima. Ele conta que só notou algo de errado com o eletrodoméstico devido às constantes altas na conta. “Como todo mês subia, resolvi chamar um técnico da Coelba. Não deu outra. A geladeira não estava fechando direito”.Sem dinheiro para comprar um refrigerador novo, o encanador recorreu ao programa Nova Geladeira, da Coelba (Companhia de Energia da Bahia). “Dei a minha velha e paguei R$ 246 em troca de um modelo menor, mas bem mais econômico, novinho em folha”. Resultado, o valor da conta caiu cerca de 186%, passando de R$ 80 para os atuais R$ 28.Cálculos da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos revelam que geladeiras fabricadas há mais de cinco anos consomem 40% mais energia. De acordo com o professor da Ufba, a redução na conta acontece porque os eletrodomésticos sofrem anualmente uma evolução em eficiência energética, ficando cada vez mais econômicos. “Antes de questionar a quantia a ser investida na compra de um refrigerador novo, é bom ter em mente que o valor será recompensado com a economia na conta”.Ele orienta que o consumidor faça as contas e compre um modelo de acordo com as necessidades da família, além de dar prioridade aos que têm o Selo Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica). “Apesar de custar um pouco mais, gasta menos energia. O selo atesta que o produto possui os melhores índices de eficiência”.Troca de geladeira tem incentivoSe a sua geladeira está dando prejuízo na hora da conta de energia, chegou a hora de comprar uma nova. Uma oportunidade é aproveitar o incentivo fiscal do governo federal, que reduziu em 10% o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A medida vale até o próximo dia 31 de outubro e está estimulando muitas redes a baixar os preços.No site das Casas Bahia, por exemplo, é possível comprar um refrigerador de 239 litros por R$ 649, parcelado em até dez vezes sem juros no cartão de crédito. Outra alternativa é participar do Projeto Nova Geladeira, da Coelba.Segundo a assessora de eficiência energética do Grupo Neoenergia, Ana Cristhina Mascarenhas, o projeto é voltado ao consumidor de baixa renda de Salvador (BA). “Em troca da geladeira velha, o cliente paga R$ 120 e leva um refrigerador novo com Selo Procel”, explica, informando que o valor pode ser dividido em até 24 vezes sem juros. “Através desse programa, entregamos 100 geladeiras por dia na capital”.Para os imóveis residenciais que consomem acima de 100 kWh/mês, em média, a empresa disponibiliza o programa Energia Verde. Doando R$ 5, R$ 7 ou R$ 10 por mês para o Instituto BioAtlântica (Ibio), o consumidor ajuda a reflorestar o corredor Monte Pascoal - Pau Brasil, no extremo sul do estado, e ainda ganha dois bônus de até R$ 500 cada, que pode ser usado para trocar geladeiras, aparelhos de ar condicionado e freezers. Os dois programas fazem parte do Programa de Eficiência Energética da Coelba.Veja como fazer o teste da borrachaPara saber se a borracha de vedação da geladeira está precisando ser trocada, a assessora de eficiência energética do grupo Neoenergia, Ana Christina Mascarenhas, ensina um teste simples. “Basta prender uma folha de papel na porta da geladeira e tentar retirá- la. Caso a folha saia com facilidade, é sinal de que a vedação não está boa e precisa ser trocada com urgência”, orienta.Mas, se esse teste ainda não for convincente, outra dica da assessora é ficar de olho no contador. “Com tudo funcionando, vá ao medidor e anote a leitura. Depois, desligue a geladeira por uma hora e torne a fazer a anotação. O resultado da primeira medição menos o resultado da segunda será o valor que a geladeira está consumindo”, ensina Mascarenhas.

Geladeira antiga pode dar prejuízo de até R$ 50 na conta de luz

Fonte: Correio 24h - 31.08.2009

Bahia - O eletrodoméstico indispensável das donas de casa é também o principal vilão quando o assunto é conta de luz. Depois do chuveiro elétrico, a geladeira é o segundo item que mais consome energia em uma residência, pois fica ligado durante o dia todo. Um refrigerador é responsável por cerca de 22% do total da conta de luz, segundo dados da Eletrobrás. Mas este percentual pode chegar a 70%, caso o aparelho não esteja em bom estado.Comparando uma geladeira em péssimas condições com uma nova, a economia pode ser mais que R$ 50 por mês. O coordenador do Laboratório de Eficiência Energética da Universidade Federal da Bahia (Ufba), o professor Caiuby Costa, explica que o consumo de um equipamento depende da sua potência e do tempo de uso.No caso do refrigerador, além dele ficar ligado 24 horas, o seu estado de conservação também influencia. Dentre os problemas que elevam consideravelmente o valor na conta de luz, está a perda de isolamento térmico da porta. “Com o passar do tempo, a borracha se desgasta, permitindo que o ar quente externo entre. Isso faz com que o motor tenha que trabalhar mais para poder manter a baixa temperatura no interior da geladeira, necessitando de mais energia”, informa.Foi exatamente isso que aconteceu com o refrigerador de 15 anos do encanador Benício Lima. Ele conta que só notou algo de errado com o eletrodoméstico devido às constantes altas na conta. “Como todo mês subia, resolvi chamar um técnico da Coelba. Não deu outra. A geladeira não estava fechando direito”.Sem dinheiro para comprar um refrigerador novo, o encanador recorreu ao programa Nova Geladeira, da Coelba (Companhia de Energia da Bahia). “Dei a minha velha e paguei R$ 246 em troca de um modelo menor, mas bem mais econômico, novinho em folha”. Resultado, o valor da conta caiu cerca de 186%, passando de R$ 80 para os atuais R$ 28.Cálculos da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos revelam que geladeiras fabricadas há mais de cinco anos consomem 40% mais energia. De acordo com o professor da Ufba, a redução na conta acontece porque os eletrodomésticos sofrem anualmente uma evolução em eficiência energética, ficando cada vez mais econômicos. “Antes de questionar a quantia a ser investida na compra de um refrigerador novo, é bom ter em mente que o valor será recompensado com a economia na conta”.Ele orienta que o consumidor faça as contas e compre um modelo de acordo com as necessidades da família, além de dar prioridade aos que têm o Selo Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica). “Apesar de custar um pouco mais, gasta menos energia. O selo atesta que o produto possui os melhores índices de eficiência”.Troca de geladeira tem incentivoSe a sua geladeira está dando prejuízo na hora da conta de energia, chegou a hora de comprar uma nova. Uma oportunidade é aproveitar o incentivo fiscal do governo federal, que reduziu em 10% o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A medida vale até o próximo dia 31 de outubro e está estimulando muitas redes a baixar os preços.No site das Casas Bahia, por exemplo, é possível comprar um refrigerador de 239 litros por R$ 649, parcelado em até dez vezes sem juros no cartão de crédito. Outra alternativa é participar do Projeto Nova Geladeira, da Coelba.Segundo a assessora de eficiência energética do Grupo Neoenergia, Ana Cristhina Mascarenhas, o projeto é voltado ao consumidor de baixa renda de Salvador (BA). “Em troca da geladeira velha, o cliente paga R$ 120 e leva um refrigerador novo com Selo Procel”, explica, informando que o valor pode ser dividido em até 24 vezes sem juros. “Através desse programa, entregamos 100 geladeiras por dia na capital”.Para os imóveis residenciais que consomem acima de 100 kWh/mês, em média, a empresa disponibiliza o programa Energia Verde. Doando R$ 5, R$ 7 ou R$ 10 por mês para o Instituto BioAtlântica (Ibio), o consumidor ajuda a reflorestar o corredor Monte Pascoal - Pau Brasil, no extremo sul do estado, e ainda ganha dois bônus de até R$ 500 cada, que pode ser usado para trocar geladeiras, aparelhos de ar condicionado e freezers. Os dois programas fazem parte do Programa de Eficiência Energética da Coelba.Veja como fazer o teste da borrachaPara saber se a borracha de vedação da geladeira está precisando ser trocada, a assessora de eficiência energética do grupo Neoenergia, Ana Christina Mascarenhas, ensina um teste simples. “Basta prender uma folha de papel na porta da geladeira e tentar retirá- la. Caso a folha saia com facilidade, é sinal de que a vedação não está boa e precisa ser trocada com urgência”, orienta.Mas, se esse teste ainda não for convincente, outra dica da assessora é ficar de olho no contador. “Com tudo funcionando, vá ao medidor e anote a leitura. Depois, desligue a geladeira por uma hora e torne a fazer a anotação. O resultado da primeira medição menos o resultado da segunda será o valor que a geladeira está consumindo”, ensina Mascarenhas.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Consumo doméstico de energia se reduz a zero em 2015

Fonte: Tendências Tecnológicas - 17.07.2009

Estados Unidos - A companhia norte-americana General Electric (GE) está preparando um sistema tecnológico para fazer com que residências consumam nenhuma energia elétrica da rede. O sistema combina painéis solares, turbinas eólicas, controle de eletrodomésticos, e sistemas de armazenamento energético no local, abrangendo todos os setores de consumo de energia da casa, inclusive o de recarga de baterias do carro. Neste ano, serão realizados os testes do sistema. De acordo com a GE, se o sistema funcionar e proporcionar uma economia real para o usuário, ele será expandido para beneficiar a todos.O desenvolvimento do sistema permitirá que tanto as construtoras quanto os proprietários das casas convertam seus edifícios em fontes de economia de energia. Na revista Technology Review, explica-se que engenheiros da GE acreditam ser possível criar casas que produzam a mesma quantidade de energia que consomem, e que a tecnologia necessária para conseguir isto precisaria de um investimento de 10% do preço total do imóvel.Por outro lado, se a casa estiver conectada à rede elétrica geral, qualquer excedente de energia solar produzido poderá ser vendido à rede, o que permitirá a compensação do investimento inicial. Tudo isto será possível graças ao fato de que a demanda energética das casas é pequena, em comparação aos edifícios comerciais, por exemplo. Isto somado a outras medidas, como bom isolamento e boa orientação das janelas, pode permitir que seja possível a fabricação de uma casa energeticamente autossuficiente.

Consumo doméstico de energia se reduz a zero em 2015

Fonte: Tendências Tecnológicas - 17.07.2009

Estados Unidos - A companhia norte-americana General Electric (GE) está preparando um sistema tecnológico para fazer com que residências consumam nenhuma energia elétrica da rede. O sistema combina painéis solares, turbinas eólicas, controle de eletrodomésticos, e sistemas de armazenamento energético no local, abrangendo todos os setores de consumo de energia da casa, inclusive o de recarga de baterias do carro. Neste ano, serão realizados os testes do sistema. De acordo com a GE, se o sistema funcionar e proporcionar uma economia real para o usuário, ele será expandido para beneficiar a todos.O desenvolvimento do sistema permitirá que tanto as construtoras quanto os proprietários das casas convertam seus edifícios em fontes de economia de energia. Na revista Technology Review, explica-se que engenheiros da GE acreditam ser possível criar casas que produzam a mesma quantidade de energia que consomem, e que a tecnologia necessária para conseguir isto precisaria de um investimento de 10% do preço total do imóvel.Por outro lado, se a casa estiver conectada à rede elétrica geral, qualquer excedente de energia solar produzido poderá ser vendido à rede, o que permitirá a compensação do investimento inicial. Tudo isto será possível graças ao fato de que a demanda energética das casas é pequena, em comparação aos edifícios comerciais, por exemplo. Isto somado a outras medidas, como bom isolamento e boa orientação das janelas, pode permitir que seja possível a fabricação de uma casa energeticamente autossuficiente.

Estudantes aprendem sobre uso eficiente de energia em caminhão-escola

Fonte: G1 - 16.08.2009

Pernambuco - Um caminhão-escola percorre diversas comunidades de Pernambuco para levar conceitos de preservação ambiental e eficiência energética a estudantes de escolas públicas e particulares. O projeto itinerante, que começou em julho, pretende visitar, num ano, 164 escolas públicas e particulares dos ensinos médio e fundamental.Para receber os alunos, o caminhão, que é movido a biodiesel, tem o seu espaço duplicado após a abertura de um assoalho retrátil. No seu interior, monitores fazem apresentações didáticas e oficinas, que incluem a exibição de filmes em 3D, sobre o consumo inteligente de energia. Na parte externa, são realizados experimentos práticos.O Programa Educação com Energia, promovido pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), também pretende capacitar 500 educadores, que serão multiplicadores das práticas aprendidas.Cada instituição de ensino receberá ainda material didático sobre o tema, que inclui livros e filmes em DVD ou fita cassete, destinado a bibliotecas ou salas de leitura.“Além disso, os professores das escolas visitadas poderão inscrever projetos, inspirados no que foi aprendido nas oficinas para diminuir o consumo de energia no local. Depois, retornaremos às escolas para escolher e premiar os melhores projetos”, afirma Ana Cristina Mascarenhas, assessora de eficiência energética do Grupo Neoenergia, proprietário da Celpe.Também com o objetivo de reduzir o consumo de energia nas escolas, serão doados refrigeradores mais econômicos e ecologicamente corretos para substituir as geladeiras antigas. Os eletrodomésticos novos consomem 15,8 kWh/mês e utilizam o gás refrigerante isobutano, que não agride a camada de ozônio. Em cada escola será sorteada ainda uma geladeira entre os alunos.

sábado, 15 de agosto de 2009

Cemig e Prefeitura de Belo Horizonte (MG) testam sistemas de iluminação Led


Fonte: Procel Info - 14.08.2009


Minas Gerais - A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), em parceria com a prefeitura de Belo Horizonte (MG), iniciou os testes com sistemas de iluminação a diodos emissores de luz (Led, na sigla em inglês), para avaliar a viabilidade da iluminação a Led por toda a orla da lagoa, nas ciclovias e pista de caminhadas, e no novo projeto do Complexo Mineirão/Mineirinho. As obras são em virtude da preparação para a Copa do Mundo em 2014. A tecnologia Led é considerada mais econômica e eficiente energeticamente. Os testes foram iniciados há um ano pela Cemig, que tem planos de implementar a nova tecnologia na rede de iluminação pública, como acontece em cidades como Nova York (EUA) e Paris (França). Além disto, a tecnologia já esteve presente na Olimpíada de Pequim, na China. Em Belo Horizonte, os Leds já são utilizados nos semáforos e, em Londres (Inglaterra), essa iluminação está sendo instalada para a rede urbana e todo o complexo olímpico onde acontecerão os Jogos Olímpicos de 2012. O projeto “Tecnologia de Luminárias a LED para Iluminação Pública” é parte da 3ª Semana de Tecnologia e Inovação da Cemig, que está montada em sua sede até o dia 15 de agosto, com entrada gratuita. As lâmpadas a Led possuem melhor reprodução de cores, não emitem raios ultravioletas e infravermelhos, propagam menos calor e, por isso, atraem menor quantidade de insetos. Além de apresentarem boa eficiência e maior vida útil, estimada em aproximadamente 50 mil horas de funcionamento. As lâmpadas de vapor de sódio, as mais utilizadas atualmente, duram até 32 mil horas, as de vapor de mercúrio, 12 mil horas, e as de vapor metálico, comuns em fachadas de prédios, 10 mil horas.